02/04/2016

Eu li: O Lado Bom da Vida


Hi Guys, tudo bom com vocês?
Hoje eu vim trazer uma resenha (milagre de Deus) mas NÃO, não é a resenha de A Elite.
"Mas Nathália, você falou que ia trazer essa resenha pro blog faz tempo" e é justamente por isso que eu não quero fazer ela agora, pois eu já li muitos livros depois de A Elite, inclusive O Lado Bom da Vida.
Talvez em outro dia, outra hora, em outro momento eu traga a resenha de A Elite, mas não esperem muito.




Título da obra: O Lado Bom da Vida.
Autor da obra: Matthew Quick.
Ano de lançamento: 2008.
Editora: Intrínseca.
Número de páginas: 254.

Sinopse:
Pat Peoples, um ex-professor na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um "tempo separados". Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, a esposa negando-se a revê-lo e os amigos evitando comentar o que aconteceu antes da internação, Pat, agora viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida.



Pat sai da clínica psiquiátrica determinado a reconquistar Nikki, mas ele nem ao menos lembra o que fez os dois começarem o "tempo separados". Ele começa tentar ver o mundo da mesma maneira que sua ex mulher, lendo livros que ela gostava e fazendo coisas que ela sempre quis que ele fizesse, e ao decorrer da história Pat conhece Tiffany, a cunhada de seu melhor amigo, uma mulher que tem uma péssima saúde mental, mas que também tem um coração incrível.

Agora vamos falar de Pat Peoples, o cara que quer aprender a ser gentil ao invés de ter razão! Pat tem certeza de que tudo tem um final feliz, e ele acredita que sua vida é um filme feito por Deus. Torcedor fanático dos Eagles, que tem um comportamento um tanto explosivo mas com o coração enorme. Pat tem problemas com literatura quando se trata de romance, pois todos os livros que leu acabou de uma maneira trágica, o deixando indignado pois para ele toda história tem seu final feliz.

Entre tantas pessoas que se importam com Pat -tirando seu pai, que o ignora desde que saiu da clínica- as que mais chamaram minha atenção foi, com certeza, sua mãe (Jeanie), seu irmão (Jake) e Tiffany.
Jeanie é uma mulher forte que luta para melhorar a saúde mental de seu filho, o protege e o ama mais do que tudo e que suporta o pai -extremamente bipolar- de Pat. O livro mostra com clareza o amor incondicional que ela tem pelo filho.
Jake me impressionou bastante, um ótimo irmão que também esta lutando para ver Pat melhor. Aliás, Pat também te um amor absurdamente grande pelo irmão e eu achei muito legal da parte de Matthew mostrar isso no livro.
Cá entre nós, Tiffany é completamente maluca, mas eu amei ela! Sincera, divertida, coração de ouro, porém bem manipuladora quando quer. Tiffany sempre faz algo de errado, mesmo com suas melhores intenções, e eu achei isso muito interessante porque ela assume seus erros.

Eu estou completamente apaixonada por este livro, sério, só pela capa eu já sabia que iria o adorar! E a capa não me enganou, o livro é mesmo muito bom. Algumas pessoas vão achar a narrativa meio -ou muito- enjoativa/repetitiva mas é o dia a dia de Pat, é normal que tenha coisas repetidas.

Ah e, sinceramente, NÃO ASSISTAM O FILME ANTES DE LER O LIVRO. O filme é muito, muito, muito, muito diferente do livro, é a mesma história porém em ordens diferentes, acrescenta fatos não listados no livro e ainda muda alguns nomes. Me arrependi de ter assistido o filme.


♥~♥~♥~♥~♥


Espero que leiam o livro, EU AMEI e vocês também vão gostar!
Eu voltei rápido de novo, mas não precisam agradecer.
Quero fazer algum post sobre decoração, mas estou sem inspiração, então talvez e faça a resenha de uns produtos que eu comprei.

Muitos beijos, até mais!


Nathália Freitas de Abreu.

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