20/03/2015

Resenha: Cidades de Papel



Sinopse
:
"Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma.
Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte.
Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia."


(Fonte: Wikipédia)




O livro, contém gírias e diálogos do dia a dia de adolescentes que fazem você se identificar rapidinho com os personagens!

Os personagens criados por John, contém características que são impossíveis não notar e comparar uns com os outros. Uma das melhores características é a personalidade forte existente na garota principal do livro e o fato de existir um vazio em cada um dos personagens.

Assim como os personagens, os livros também contém características fortíssimas e que não passam despercebidas, como os finais trágicos, que fazem você chorar e tentar se conformar.

Cidades de Papel, não foge dos padrões de John Green, é um livro apaixonante, que faz você rir, se emocionar, sentir falta dos personagens quando não esta lendo e, obviamente, se surpreender no final.

“Eis o que não é bonito em tudo isso: daqui não se vê a poeira ou a tinta rachando ou sei lá o quê, mas dá para ver o que este lugar é de verdade. Dá para ver o quanto é falso. Não é nem consistente o suficiente para ser feito de plástico. É uma cidade de papel.” – Página 68.

O livro contém uma aventura completamente apaixonante e engraçada. Felizmente, o livro não acaba com morte, confesso que eu não esperava aquele final mas eu amei de todo jeito. Não me matem, mas eu achei Cidades de Papel bem mais legal do que A Culpa É Das Estrelas.

Eu particularmente adorei o livro e super recomendo!


Beijos.

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